sábado, 1 de março de 2008


UM CAMINHO

Assim como o tempo passa
Eu passo a minha vida em um canto sem graça
A procura de algo, que nem mesmo sei.

Se o tempo me escapa pelos dedos
As chances de achar o amor verdadeiro
Vem morrendo sem eu perceber, em minutos derradeiros.

Parece que caminho em um rumo incerto
De um chão íngreme, rochoso.
De um chão falso e complicado.

Por onde caminho,
Há muitos espinhos,
Eu sangro a cada passada
E me engano achando que não sinto a dor das feridas.

Pois que sangre!
Pois que arda de dor!
Desse canto sem graça eu me retiro
Desse caminho difícil eu faço meu chão.

E tudo por tua vinda amor, que nem sei.
Amor que é meu ponto de chegada

Eu farei estradas!
Eu farei novos lugares!
Eu inventarei mundos!

Até que eu o ache!
Até que eu o tenha como minha morada.

Ai, meu tempo será contento.
E meu rumo terá um chão: você!
Minha maior busca,
Você minha calma,

Você meu refúgio eterno!

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