domingo, 6 de janeiro de 2008

PLATÔNICO




O meu amor tem um amor que não sou eu!
Por esse desamor, torno-me tristonha, deixada, quase falecida.
Parece céu e terra, tão distantes, tão longe e tão belos, mas não impossíveis.
Se sou céu, o amor de meu amor, a ele é mar, juntos, inseparáveis e tão belos, mas quem sabe, destruiveis.
Seus beijos, meus não são!
Seus carinhos e atenções, meus não são.
Seus olhares e volúpias, meus não são. São do amor de meu amor.
Outrora a certeza que seu amor tinha. Acá distância, acá fantasia.
Triste realidade. Triste são esses desencantos. Apenas compaixões de mim tenho.
Pergunto a mim, o que a Deus fiz para tal coisa merecer! Se tudo que fiz foi apenas amá-lo.
Amar!
Amar o meu amor que tem um amor que não sou eu!!!!!!!!

Nenhum comentário: